O meu blog: “histórias do coração” ele mostra a beleza e todas as maravilhas que existem em nossas vidas em todos nossos sentimentos tudo em forma encantadora de palavras que nos saem do meu coração, um coração que acredita na vida na felicidade de tudo que a vida nos reserva. O meu coração é um livro sobre o amor que vivem na minha alma. (Aqui encontramos poemas, música, e histórias da vida real) (Joaquim Rodrigues)
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
"Eu, e o Mar"
![]() |
| (Joaquim Rodrigues) |
O meu principal defeito.
É a demora.
Demoro demasiado tempo.
A livrar-me de dores, e culpas.
Mas um dia vou acordar deste pesadelo.
E acabar com este meu defeito.
E vou ter todas as forças necessárias.
Para seguir em frente.
Eu sei, que mesmo que fosse um anjo.
Ou soubesse falar a sua língua.
As minhas palavras seriam sempre demoradas.
Palavras perdidas no amor.
Este meu defeito é como este mar na minha frente.
Ele que é imenso.
Mas também vai perdendo o seu tempo a beijar areia!
Demoramos demasiado tempo, eu, e o Mar!
(27/09/2013)
Joaquim Rodrigues
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
"Nunca Mais"
Depois de uma doce noite de amor, ela levanta-se da cama e atira-lhe a sentença brutal.
- O meu marido volta amanhã e não podes vir cá a casa nunca mais. Aliás, não me telefones, não me procures, esquece que eu existo.
Ele senta-se na cama, aparvalhado, pensando o que dizer, por fim responde-lhe exatamente isto.
- Não queres voltar a ver-me. E isto, hoje? Diz ele, apontando para a cama dela, do marido, e onde ele se encontra despido, sem compreender o que lhe deu.
- Isto, replica ela já a vestir-se, foi a última vez. Ponto final.
- Julguei que me amavas, protesta ele, perplexo com o alarde de frieza dela.
- Julgaste mal. Gosto de ti, mas não te amo.
- Enganaste-me, então, conclui, descoroçoado, saindo também da cama, numa desorientação, à procura da roupa espalhada pelos destroços do amor, no chão, enrodilhada nas cobertas atiradas para trás. Ela enfia uma camisola pela cabeça e desponta indignada com a acusação dele.
- Enganei-te?! Não digas disparates. Não sabias que eu era casada?
- Sim, claro que sabia.
- Não sabias que o meu marido voltaria em breve?
- Sabia, mas o que tem isso a ver com...
- Alguma vez te disse que o deixaria para ficar contigo?
- Não, não disseste.
- Então, talvez te tivesses enganado a ti próprio, e não eu, que te enganei.
Ele percorre cabisbaixo o corredor que conduz à porta da rua. Ela segue-o. Ele abre a porta e volta-se, destroçado.
![]() |
| (Joaquim Rodrigues) |
- Não, meu querido, não quero. Dá-lhe um beijo na testa. Agora vai lá para casa, ter com a tua mulher.
Ele chega à rua, dirige-se para o carro a pentear-se com os dedos, senta-se ao volante a olhar em frente, com a chave na mão pousada no colo. Não quer acreditar no que acabou de lhe acontecer. Conheceu-a há um mês, viveram quatro semanas loucas, enquanto o marido estava para fora numa viagem de trabalho.
Apaixonou-se, está louco por ela e, bem, não imagina que ela faz sempre isto, tem um amante ocasional quando o marido se ausenta algumas semanas, mas depois regressa à sua vida normal. Quando ele está, é dedicada, não quer confusões. Ele respira fundo, leva a chave à ignição, a pensar no erro monumental que cometeu.
Nessa mesma tarde ele separou-se da mulher, saiu de casa. Estava eufórico. Ia dar-lhe a boa notícia quando ela anunciou que não o queria voltar a ver.
(23/09/2013)
Joaquim Rodrigues
sábado, 21 de setembro de 2013
"Eu Sou Aquele"
![]() |
| (Joaquim Rodrigues) |
Eu sou aquele
Que cruza contigo,
e tu, nunca o vez!
Eu sou aquele.
A quem chamam de
triste.
Porque choro, sem
saber porquê.
Eu sou aquele.
Com quem tu
sonhas-te um dia.
Mas sempre fui para
ti, uma visão.
Eu sou aquele.
Por quem tu vieste
ao mundo para o ver.
E nunca o encontraste.
Eu sou aquele.
Que podes não querer que seja, o teu Deus.
O teu rei, ou
o teu Príncipe.
Mas se tu quiseres.
Servirei o teu
coração, a tua emoção.
E aí, me prendo, há
corrente do teu sangue.
E divido contigo
minha fortuna todos os dias.
Todo o meu ouro
será teu.
E sempre serei
aquele.
Que ligarei a tua, à minha
vida, ao meu amor!
(21/09/2013)
Joaquim Rodrigues
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
"Estou Aqui"
![]() |
| (Joaquim Rodrigues) |
Tu és a pessoa que eu mais admiro.
Aquela que eu, não tenho duvidas.
Eu quero-te a meu lado.
Mas vais ter que perdoar os meus erros.
Esquecer todos os erros do passado.
Pode-se sempre recomeçar de novo.
Vasta, um simples gesto de carinho, de amor.
Quem ama nada consegue atrapalhar esse amor.
O amor é forte demais para ser vencido assim.
Estou aqui para te confessar, eu te adoro, te amo.
Vamos dar mais uma chance ao nosso amor.
Nós precisamos dessa chance mesmo que seja a última.
Eu só não quero é, te perder!
Vamos recomeçar, o mundo é nosso hoje!
Perdoa-me! Mereço mais uma oportunidade!
Deita fora o orgulho, eu estou aqui.
Quero-te fazer muito feliz, e me sentir feliz também.
E juntos tenho a certeza seremos muito felizes.
(23/06/2013)
Joaquim Rodrigues
"É bom Recordar"
![]() |
| (Joaquim Rodrigues) |
Quando recordo o meu passado.
Logo me faz lembrar.
As noites de luar.
O céu estrelado.
Existem momentos.
Que me faz recordar!
Recordar os olhares.
Recordar os sorrisos.
Recordar as seduções.
E recordo nossos corpos.
Nossa pele transpirada.
Colada, uma na outra.
Recordo os passeios.
Dados de mãos dadas.
Os olhares carinhosos.
Sozinhos em muitas, noites.
Muitos dias!
É isso aí! Ser feliz.
É recordar, também.
Como é bom, recordar!
(10/09/2013)
Joaquim Rodrigues)
"Amantes, Desesperados"
Conhecem-se por acaso, numa discoteca. Conversam junto ao bar enquanto tomam uma bebida, sentem-se atraídos um pelo outro. De manhã, abrem os olhos, riem-se e repetem tudo, mas com menor urgência do que na noite anterior.
Nos meses seguintes, vão a festas, saltam de discoteca em discoteca, correm para o avião, fazem fins-de-semana compridos em Barcelona, fecham-se em quartos de hotel durante o dia e percorrem a noite a um ritmo alucinante. Têm a sensação de que o mundo gira em redor deles, de que a felicidade lhes pertence e nada poderá alterar isso.
Contudo, a primeira discussão deita-os abaixo, põe a nu a fragilidade da relação. Uma noite, ele conversa alguns minutos com uma mulher e ela vê-o a fazer-lhe uma carícia, a trocar um sorriso com a desconhecida, num momento de excessiva intimidade. Nessa noite discutem, separam-se. Passa um mês. Encontram-se na discoteca. Ele está com a namorada nova, ela com o namorado recente. Trocam algumas palavras e afastam-se. No dia seguinte, porém, ele envia-lhe uma mensagem para o telemóvel, ela responde-lhe.
Passam a noite juntos, têm-se como amantes desesperados. Ele pergunta-lhe o que a levou a afastar-se.
![]() |
| (Joaquim Rodrigues) |
- O que é o suficiente para ti? Se te amava como nunca amei outra mulher.
- Ah! Solta uma pequena gargalhada, foi por isso que me ignoraste quando te apareceu a outra.
- Disparate, defende-se ele, era só uma amiga.
- Sabes, eu precisava que fosse só eu, precisava que ignorasses todas as outras.
Ele sai da cama, começa a vestir-se.
- Quer dizer que não poderia voltar a falar com outra mulher?
- Isso mesmo, diz ela com determinação, era assim antes, só nós dois.
Ele enfia umas calças.
- Mas isso não faz sentido, diz, não podemos viver isolados do mundo.
- Para mim faz muito sentido, afirma, também a vestir-se.
- Podemos voltar a ser só os dois, ouve-se a dizer, resignado, embora não acredite realmente que tal seja possível.
- Não, replica ela, ajeitando o vestido, já não, quebraste a magia. E, dito isto, agarra na carteira e vai-se embora.
Ele pensa que ela é doida, todavia não consegue esquecê-la, está obcecado por ela, não é capaz de manter outras relações. Telefona-lhe, mas o seu número está desativado, procura-a em casa, mas ela mudou-se. Desapareceu, simplesmente, nunca mais a vê, e, para todo o sempre, será como uma louca recordação, ou talvez um sonho que nunca aconteceu.
(06/09/2013)
Joaquim Rodrigues
"Vagas da vida"
![]() |
| (Joaquim Rodrigues) |
Amor!
Lembras-te daqueles dias de Outono.
Que os dois, passamos juntos?
Foram dias de chuva.
Dias de vento.
Dias quentes e frios?
Percorríamos sempre.
A estrada do nosso desejo.
Os teus cabelos molhados.
Eram como um rio selvagem.
E de abraços afogados.
Tu me apertavas neles.
Ao por do sol.
Teus lábios era um doce proibido.
Nessas quentes madrugadas, apetecidas.
A noite amanhecia.
Sem que dessemos conta da noite passar.
Eu contigo derramei tanto suor.
Como se derrama vagas da vida.
E foi por lá, que meu coração ficou!
Hoje eu sei, que um dia de chuva.
É tão belo, como é, um dia de sol.
Os dois existem cada um, com sua beleza.
É Por isso, que a gente não é ninguém!
Somos só, um resto de alguém!
(16/09/2013)
Joaquim Rodrigues
domingo, 8 de setembro de 2013
"Retalhos da Vida"
![]() |
(Joaquim Rodrigues)
|
Lembranças que vão tão distantes.
Mas que sinto boa e bela sensação.
Da infância e como ela era antes.
Tão vivas ainda em meu coração.
Lembro de um lindo, e belo lugar.
Que lá tinha, meu nome gravado.
Com um jardim de rosas, de amar.
E lembro como lá, eu fui amado.
Eh! Eu ainda hoje, sinto o cheiro.
Como eu adorava aquela beleza.
Meu avô, o forno e o pão caseiro.
O pomar as frutas e tanta pureza.
Dos meus joelhos machucados.
Nas arvores trepar seus galhos.
Como era bela minha infância.
Digno de manta de retalhos.
Hoje vivo aqui, é tão diferente.
Os jardins são pedra e cimento.
Com a maldade de muita gente.
E falta de amor, no pensamento.
Meu balanço, feito com carinho.
Retalhos de uma vida de paixão.
Aos amigos abraço ou beijinho.
Fala o Joaquim com o coração.
Se te cruzares comigo eu contigo.
Te estendo amigo, a minha mão.
(Joaquim Rodrigues)
sábado, 7 de setembro de 2013
"A Distãncia"
![]() |
| (Joaquim Rodrigues) |
Que longe está meu amor...
Neste mundo imperfeito...
Meu coração sente dor...
Que abala todo o meu peito...
Queria atravessar este mar...
Fosse a nado vestido ou nu...
E com amor um beijo dar...
Na tua doce boca amada Lu...
Como ficaria feliz e contente...
Te abraçar, amar, te beijar...
E falar ao coração o que sente...
Queres que te ame? Vou amar...
Minha saudade nunca mente!
(06/09/2013)
Rodrigues Joaquim...
Assinar:
Postagens (Atom)










